Vantagem competitiva

O artigo 63 do Tratado da UE proíbe seus membros de restrições ao movimento de capitais dentro e fora da União. Por sua vez, manifestações do G20 sobre a crise financeira corrente foi na direção da consolidação da desregulamentação e ausência de supervisão eficaz dos estados sobre a circulação monetária, aprofundando instabilidades vigentes. Em outra oportunidade, o G20 endossou o abandono da OCDE sobre a concorrência fiscal diretamente relacionada aos chamados paraísos fiscais, anulando o conceito oficial de que paraíso fiscal se caracterizaria pela baixa ou nenhuma tributação. Daí, o capital financeiro adquiriu desenvoltura na liberdade de circulação, na concorrência fiscal, ao lado da ausência de supervisão internacional dos mercados de capitais. Nos anos noventa, a União Europeia instituiu  o conceito que a União era “espaço financeiro europeu” livre de supervisão transnacional em operações bancárias, estimulando via capital, a concorrência entre os países devido esta liberalização. Por conta, territórios buscaram em frenesi atrair capital com impostos baixos ou ausentes. O resultado foi que a estabilidade da dívida pública europeia, ficou à mercê de bancos de investimentos em Wall Street; dito por quem conhece.
Por conta, os paraísos fiscais ficaram na linha de frente pela ausência de supervisão ao fluxo monetário entre os países, ou, empréstimos interbancários e investimentos no mercado acionário. O efeito colateral desta situação, parece consenso, levou à opacidade de parte dos mercados financeiros, com o tempo, se institucionalizou como vantagem competitiva nos tipos de operações e na identidade do proprietário do capital. O avanço tecnológico via plataformas digitais nas negociações de ações, de pagamentos e créditos, consolidou a vantagem das empresas transnacionais. Ao lado, ofereceram pouca ou nenhuma tributação ao capital financeiro, na perspectiva de negócio com consequente redução do custo fiscal. A concorrência estabelecida e regida por leis mínimas ou facilidades na ocultação do titular, sem importar a origem do dinheiro, institucionalizada por fundos Trust, fundações e etc é o elemento que consolida em definitivo o processo em questão. Supervisão bancária inexistente, controle público ausente além de liberdade bancária, associados à imagem de sofisticação e sucesso é a fórmula ideal a que se legalize dinheiro opaco.
Decerto facilidades dadas à livre circulação do capital financeiro visavam alavancar o desenvolvimento, fazendo-o chegar mais rapidamente aos necessitados. Talvez dentro deste conceito tenha se inserido o euro, com livre circulação no espaço europeu e pela desregulamentação, induziria o desenvolvimento aos países associados. As ideias foram atropeladas pelo salto tecnológico inovador, em que facilidades econômicas dadas ao capital turbinaram sua efetividade. George Soros, chama de ‘tragédia da Europa’ a criação do euro, pois dividiu a União em credores e devedores, sendo os devedores tratados como emergentes do terceiro mundo, substituindo o que deveria ser uma união de nações livremente associadas. A verdade se dirige à que a liberalização do capital financeiro trouxe cilada ao universo capitalista, transformando todos em reféns dos bancos, que por sua vez, são reféns de seu devedores.

Anúncios
Publicado em geral | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

Resíduos sólidos

O Banco Mundial avisa que por conta do crescimento urbano, os resíduos sólidos crescerão de 1,3 bilhão de toneladas em 2012 para 2,2 bilhões de toneladas em 2025, sendo gastos atualmente US 1,5 bilhão em pesquisa de tecnologias à sua melhor utilização. No Brasil e Índia, considerados como países de renda média baixa, os custos de gestão deverão crescer quatro vezes e os considerados de baixa renda como Quênia e Gana crescerão cinco vezes. O relatório da ONU ‘Mercado Global de Gestão de Resíduos Sólidos’ define como resíduos os gerados em atividades domésticas, industriais e serviços. Também se inserem neste conceito, resíduos provenientes de aparelhos eletro eletrônicos, roupas, baterias, móveis ou utensílios e detritos da construção civil.
No caso dos resíduos a tecnologia está focada na redução, reutilização, reciclagem e seu uso. Estudo da Universidade Jaime I sobre o assunto, avalia que a gestão dos resíduos visa a redução do volume maximizando os conteúdos de informação, com consequente diminuição do material enviado aos aterros. Já os tratamentos buscam recuperar materiais à reciclagem e os de matérias orgânicas visam a produção de biocombustível. 50% do que é descartado atualmente nos aterros são de material combustível, representando na Europa cerca de 4,5 milhões de toneladas por ano. A Espanha reciclou 27 milhões de toneladas em 2014, sendo 12,3 milhões de materiais metálicos, 4,1 milhões de papel sendo separados 3,3 milhões aos aterros. Este volume representa 459 kg de resíduos municipais per capta em 2014, sendo 96,4% incluídos na categoria de não perigosos.
A questão ambiental deveria inserir-se em um verdadeiro ordenamento de conceitos, que ao longo do tempo foram adaptados à circunstâncias ou interesses de grupos de domínio. Não se trata de nova política ou ideologia mas de tentativa em colocar as coisas nos devidos lugares. Por exemplo, o Capital é o maior bem que o homem pode conseguir devendo ser entendido como vida e a vida se reflete no ambiente em que vivemos e em nossas relações. O Trabalho são as ações que procedemos sobre o capital e a forma como fazemos. Ao longo dos tempos aperfeiçoamos meios de convivência via compartilhamento, ou, o que temos a mais pelo que não temos e precisamos. Nesta ideia surge a moeda como objeto de troca, visando facilitar e precificar. Fato é que a coisa se complicou e hoje confundimos capital com moeda que é o intermediário nas trocas, subvertendo a ordem das relações necessárias. A vida atual que experimentamos ou tecnológica não nos apresenta como um maná, deixando rastros necessários carentes de correção e caso nada fizermos, o tempo se incumbe de enviar a conta à todos.

Publicado em geral | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

O pulo do gato

O conhecido Panamá Papers trouxe à tona que a sonegação de impostos pelos mais ricos serve ao grande capital globalizado. Pela facilitação de sociedades mercantis sem atividade econômica local, de modo jurídico fictício, oculta o verdadeiro dono do dinheiro legal ou ilegal. Já o The Wall Street Journal e a revista Fortune, relataram práticas de bancos suiços oferecendo evasão de impostos para burlar autoridades americanas. Por conta, conceituam Paraíso Fiscal como fonte de receita oriunda do crime organizado e corrupção política, até aqui, tolerados por estados. A questão tomou vulto pela inserção nos mercados financeiros e instituições internacionais globalizadas, estando aí, explicação à sua perenidade e força. O comportamento ilegal na gestão do dinheiro de Corporações Financeiras da Suíça, foram afrontados pelos EEUU contra o UBS Group AG e o Credit Suisse. Em consequência, bancos menores passaram a adotar estratégias dos rivais atraindo clientes e lucros, disseminando a prática no mercado financeiro. Instituições bancárias internacionais passaram a negociar com credores hipotecários menores e em conjunto, gerenciaram 10 mil contas relacionadas a americanos num montante de 10 bilhões de dólares.
Nos casos do UBS e Credit Suisse, saltam aos olhos o fato da capacidade em fornecerem por anos a promoção da fraude e evasão fiscal, principalmente a estrangeiros, especialmente americanos. As investigações demonstraram que ambas as instituições violaram as leis americanas recebendo sanções financeiras; dito, pelo Departamento de Justiça. Houve porém, um detalhe no tratamento dos casos. O UBS foi obrigado a entregar à autoridades dos EEUU dados de fraudadores, enquanto ao Credit Suisse tal exigência foi dispensada. Mesmo com o fornececimento pelo UBS de identidades e informações de contas de 250 clientes americanos, as autoridades consideraram graves os crimes comprovados e com o reconhecimento de grandes bancos era o caso de retirada da licença bancária.
O Semanário britânico The Economist em artigo de fevereiro de 2013 intitulado ‘Finanças no mar, sobreviventes da tempestade,’ argmenta que paraísos fiscais mesmo que envoltos por cerco bravo, demonstraram resistência contra as medidas externas impostas no seu truque. O pulo do gato consiste no fornecimento aos clientes pelos bancos de contas não declaradas no exterior, associados à senha e em alguns casos, cartões de débitos pré pagos que não deixam rastros. Está aí, a moral da história da nossa ‘Lava à Jato,’ suscitando uma questão; e os bancos, como ficam nessa ?

Publicado em geral | Marcado com , , , , , , | Deixe um comentário

Mediocridade

A mediocridade está situada entre o grande e o pequeno, o bom e o mau, na ausência do original ou característica daquilo que é comum. Diz-se que o medíocre não é capaz de apreciar a excelência mas é necessário na busca da estabilidade social, um mundo visto pela intensidade criativa seria ingovernável. Daí a eterna tensão entre a excelência e o que é medíocre, carcterísticas que psicólogos colocam no topo do funcionamento que influência a sociedade. Regidos por leis determinadas e próprias à suas necessidades, se inserem na promoção do progresso e estabilidade social; dito por quem entende do assunto. Uma das qualidades próprias do ser humano saudável está na busca pela superação, quando através da própria criatividade se apóia e admira a excelência, tendência esta, necessária ao avanço do novo. Em contrapondo ao novo, avança o medíocre por conta da intrínseca atividade que gera estabilidade.
Buscando alcançar iluminação na questão, o psiquiatra Luís de Rivera, catedrático espanhol de psiquiatria, define mediocridade como incapacidade em valorar ou admirar a excelência, classificando em três formas. A primeira chamada de inócua ou normopatia em que ocorre a falta de originalidade através de uma normalidade absoluta. Não distinguem a excelência e aceitam as indicações apresentadas; são considerados razoalmente felizes. Em Seguida, a pseudocriativa, via pretensiosa tendência na imitação, necessitando aparentar e ostentar poder. Fundamenta-se na imagem, desfavorecendo progressos e incentivando a repetição ou imitação. Por fim, o especialista nos fala da Síndrome da Mediocridade Inoperante Ativa (MIA), considerada prejudicial e agressiva, se enquadrando aí, os praticantes de assédio. Além de não reconhecerem a inovação, buscam destruí-la por conta de sua atividade não criativa e improdutiva, pelo imenso desejo de notoriedade e influência.
Devemos nos atentar que nas sociedades democráticas, a perseguição à excelência via mediocridade, se exerce insidiosa e sutilmente desde a infância. Há que se convir que o medíocre é a alegria do Status Quo, consumidor voraz e de fácil manipulação, não questiona normas ou autoridades. A excelência não exige que aquele que a reconheça seja um expert, um gênio, portanto, qualquer um poderá buscá-la afastando a mediocridade de si. Decerto escolherá roupas adequadas, mesmo que baratas, amigos de bons ares, apreciar a beleza da vida como se apresenta. É fato incontestável que a mediocridade deu base a morte de grandes filósofos gregos, de crimes cometidos pela Inquisição, perseguições engendradas em governos ditatoriais, no martírio judaico, na perseguição, desmoralização, censura ou assédio visando o abandono do homem e da mulher.

Publicado em geral | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Silêncio

Silêncio, obra de Martin Scorsese baseado no livro do autor japonês Shusaku Endo, reflete questões da fé cristã, lidando com temas do drama da própria vida. A história do jesuíta português desertor no Japão renegando sua crença, impactou forte a Europa, mesmo que atormentado por tortura num país que perseguia os cristãos. Com ingredientes no qual dois colegas enviados ao Oriente, buscam avaliar o missionário em questão, trás complexidades da fé e da caminhada espiritual humana. Ambientado num país envolvido pelo “sakoku” ou ‘nação fechada’, avessa à qualquer influência, período este que vai desde meados do século XVI até o século XIX.
A referência ao silêncio do título, mostra a mudez divina diante o drama humano do crente e ao martírio das vítimas. Face a este silêncio, se estabelece a resignação aceita sem vacilos que Deus está em silêncio diante a tragédia humana na terra. Tal condição parece fácil e por conta, leva a angústia e dúvida, quando o atormentado exclama ‘durante anos tenho orado a nada’. Questiona a mudez divina face ao sofrimento humano, a perversidade que inflige torturas na busca da quebra da vontade. Tal silêncio encontra eco no mundo atual, por conta da existência divina ser colocada sob exame pela ciência e cultura modernas. Frente a esta possibilidade de inexistência, abre a construção de hipótese explicativa sem ele. Por sua vez, relaciona o silêncio ao sofrimento experimentado por todos.
A questão do silêncio de Deus permitindo que tudo aconteça, envolve uma tênue linha que separa a crença da descrença. Pelo livre arbítrio humano emerge a barbárie e confusão, com a suspeita pelos não crentes que ele se omite e nada faz. Os que crêem, por sua vez, mesmo que na incerteza, buscam reforçar sua ação à seu tempo e modo, respeitando o livre pensar e agir. O simbolismo do silêncio, reflete o acontecido no mundo interior de todos, no qual se produzem dissonâncias e desgraças. A fé cristã busca basicamente atitude na aceitação do silêncio apesar da vida, mesmo quando abandonos por incertezas e descrença, sem a perda da abertura a Deus, talvez seja uma forma de buscá-lo à outro modo.

Publicado em geral | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Êxodo

A Somália além de grave carência tornou-se um dos países da África mais atingidos pela seca e fome. As estatísticas informam que um em cada dois somalis necessitam ajuda externa numa população de dez milhões de habitantes. A violência associada a extrema carência, pede garantias de segurança dada pelo governo central tentando evitar a perda do controle da situação. O Comitê Somali da Seca e a ONG Saacid, instalaram um campo de refugiados, que em poucos dias, possuía uma população de 16 mil pessoas. Precariamente agrupam pessoas num areal e constroem cabanas de madeira contendo somente uma rede contra mosquitos. A moral dessa história é que alimentos, roupas e materiais de construção são doações dos habitantes da capital do país e de países amigos, particularmente o Qatar, já que não há possibilidade de proteção governamental por falta de fundos.
No outro lado da corda, a Austrália no último verão conviveu com incêndios florestais e altas temperaturas, mais de 250 registros meteorológicos em 90 dias, por culpa do alto consumo de energia fóssil. Avisam-nos que desde de 1990 a temperatura média subiu 1ºC em todo o continente australiano. O Conselho do Clima australiano, órgão independente, avisa que na parte leste e central do continente, ocorreram incêndios florestais descontrolados e altas temperaturas e na parte ocidental, chuvas fortes e inundações. Avisam que calor extremo será mais frequente com risco à infra estrutura, saúde e ecossistema. Citam que o verão de 2013 e 2014, deixou uma fatura à economia de U$8 bilhões em absenteísmo e queda na produtividade.
O desastre ambiental que vivenciamos de ação progressiva, tem apresentado respostas imediatistas e geralmente nos mais pobres, esbarra na falta de dinheiro pelos conflitos, corrupção e inoperância. Os dois casos acima são exemplos disso. A Somália só respondeu ao êxodo local com forças de segurança, muito mais para proteção da oligarquia dominante do que desabrigados atacados por saqueadores dos alimentos doados. Mas a questão não é só dinheiro, porque a rica Austrália cobre os prejuízos e sua questão imediata é a redução do excessivo gasto de energia fóssil, impactando diretamente no modo de viver do povo. A médio e longo prazos, há que se desenvolver soluções de mitigação e regeneração. Parecem coisas longe de nós pois não sabemos qual nosso prejuízo ambiental, qual nossos urgentes encaminhamentos e a médio e longo prazos. Talvez seja o caso de relembrar o célebre Luis Inácio com sua pérola sobre a crise de 2008, dizendo ao Bush para resolver porque aqui é só uma marolinha. Hoje, quem sabe, complementaria a pérola lembrando que o prejuízo não é nada em vista do que gastamos em corrupção.

Publicado em geral | Marcado com , , , , , , , | Deixe um comentário

Último sobrevivente

Varian Fry jornalista de Nova York, durante a ocupação nazista na França criou um rede de pessoas que salvou 2000 judeus das garras nazista, na sua maioria intelectuais, como Marc Chagal, André Bretone e Max Ernst. Expulso por Vichy em 1941 foi recebido com frieza nos EEUU por conta da desaprovação pelos americanos dos seus métodos de atuação; morreu no esquecimento em 1967. Justus Rosemberg, o último sobrevivente da rede criada por Varian e aos 19 anos desembarcou em Marselha com 3000 dólares, onde começou atuar. Originário da classe média alta judaica estudou literatura na Sorbonne, até se empobrecer por conta da perseguição à sua familia e das leis anti judaicas. A expulsão de Varian, levou-o à Resistência Francesa e preso em 1942 foi confinado no campo de Vernissieux de onde partiam os comboios à Auschwitz. Em 1946 emigrou para os EEUU e aos 96 anos recebeu a Legião de Honra da França.
O historiador Mark Mazower autor de O Império de Hitler defende sobre a expansão nazista, a fundamentação racial vista nos semelhantes europeus. Cita que no século XIX, ingleses e franceses com sentido racial, chegam a África e Ásia e a distribuição do Oriente Médio ou o avanço americano ao Oeste, mostram sinais de afirmação racial. Algo também visto na invasão Japonesa da Mandchúria e chegando em Hitler, nos mostra que este invade o leste europeu com a ideia de colonização de povos bárbaros. Segundo Mazowe, em 1939 os nazistas alocaram 21 mil pessoas em campos prisionais e em 1945 eram 700 mil. A ação dos SS no Oriente marca, segundo o autor, a melhor maneira de expressar a superioridade racial nazista. O filósofo Alfred Rosemberg, avalia que o mesmo se observa em relação ao Império Britânico cujas ações tinham base raciais. Os próprios americanos quando na colonização do oeste, tiveram atitude de superioridade racial com índios e latinos, aqui, mexicanos. O que se pretende é chegar ao ponto que não foram os nazistas isoladamente que defenderam a superioridade racial alemã, mas cada povo defendeu racialmente seus métodos e modus operandi. Conclui Mazower que a integral obtenção da cidadania britânica francesa e portuguesa necessitava ter a cor certa da pele, quer dizer, sistemas duplos de status não foi uma invenção nazista.
O Império nazista fundamentado na raça visava destruição do comunismo eslavo russo, daí o tratamento racial superior ao leste europeu visto Ucrânia, Polônia etc. A questão judaica inserida na luta militar localizada no Oriente ocupado por ingleses, tinha como ideia a terra de Sião dada por Deus ao povo judeu, onde formariam um estado de judeus. Militarmente os sionistas lutavam contra os ingleses que ocupavam a região, com o mesmo sentido racial europeu. O sionismo fundado na Alemanha no século XIX era financiado em sua maior parte pelos judeus europeus e em sua maioria das tribos Sefaradi e Ashkenazi. Ficou uma lacuna na identificação judaica ao Holocausto, pois caso os aliados bombardeassem os Campos de Extermínio, ou, os guerrilheiros judeus que lutavam na Palestina adiassem seus planos de implantação do estado judeu e passassem ao ataque à acessos aos Campos da Morte como linhas férreas e pontes, decerto o número não seria de 6 milhões, talvez 50 mil, e o velho Ike teria lugar de honra no Memorial Yad Vashem em Jerusalém e descanso ao lado do Sr Schindler.

Publicado em geral | Marcado com , , , , | Deixe um comentário