Democratização da informação

Notícias vindas da China, apontam à introdução por lá da ‘Pontuação de cidadão’, nada mais que um número único determinando utilidade, trabalhos, vistos de viagens, história na web e respectivos contatos sociais dependendo do comportamento do indivíduo. A grande crítica a esta ideia está no fato que em países democráticos isto enfraqueceria a sociedade civil afetando sua capacidade de inovação.
Já na escola Politécnica de Zurich desenvolvem uma plataforma aberta e participativa buscando fomentar o princípio de autodeterminação informativa controlada de baixo para cima e democratizando a informação; seu nome, ‘Nervousnet’. Contrapondo aos chineses, os suíços correm atrás de melhores decisões, via tecnologia da informação e comunicação, desaguando na internet das coisas, web cidadã, criando dados e vagas de trabalho. Só para relembrar, dentro de até 20 anos, terão desaparecidos metade dos postos de trabalho. Por conta, o chamado ‘manejo democrático da informação’ permitirá a criação de conhecimento pelos usuários, ‘crowdsourcing’, via sensores incorporados. Em miúdos, o ‘Nervousnet’ permitirá ao usuário medir e analisar aspectos do mundo em tempo real, ativar ou desativar sensores que medem aceleração, luz e ruído, estando nesta empreitada, segundo a Nature, europeus, americanos e japoneses. A interação com o Nervousnet, pode se fazer pelo aporte de dados em conjunto com as fontes e compartilhando códigos, sendo facultado a qualquer cidadão criar serviços e produtos em sua interface. Outra forma é via sensor de proximidade permitindo a construção de gráfico social das interações humanas preservando a privacidade. Com isto, pretendem criar consciência e apoio à tomada de decisões, avaliando seu impacto e ações sobre o ambiente e a sociedade como um todo.
Até aqui, quem detém o conhecimento passa a deter poder sobre o outro segundo a máxima em vigor. A plataforma suíça, busca ao se tornar comunitária, inclusive nas tomadas de decisões, compartilhar responsabilidades e decisões otimizando assim a convivência. Em realidade qualquer decisão que surge consequente a Paris, historicamente compartilhada por todos, demandará repartir sucessos e fracassos, buscando definitivamente inserção global no planeta água.

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