Mercado de substituição

A Juniper Research avisa que as transações on line em 2018 podem chegar a marca dos 125 bilhões ou 60% maior que as deste ano. A China deve liderar por conta de suas lojas on line, só o Alibabá em 2014, chegou a 330 milhões de utilizadores. No setor automotivo, dizem que a internet baixa o estoque de usados a 31 dias representando 71% dos negócios de quem utiliza. Nos EUA a internet representa 70% das vendas de usados, consumindo 22,1% da verba publicitária com lucratividade em 29% do usado e 31% dos novos.
Partindo da ideia que um carro na fábrica sai a custo hipotético de C$ 8.900,00 e repassado à concessionária por conta de IPI e outras mazelas (30% do valor) por R$16.500,00 que repassa ao consumidor final pela quantia de R$ 33.000,00 com tudo incluído, significando que algo estaria fora de lugar pela saturação do mercado. Se averiguarmos a tabela de usados de 20 anos atrás, veremos que o Gol 1996 custa R$ 8.687,00, o Fiorino R$ 8.629,00 o Renault R$ 6.908,00. Caso o governo, em tese, decretasse que carros com vinte anos de uso devam ser substituídos no mercado de internet, via netcoin atrelado ao ouro, considerando 1 netcoin equivalente a 10mg de ouro ou 1 gr de ouro R$150,00 teríamos 1 netcoin valendo R$ 1,500, estável, se atrelado ao ouro. Se cada possuidor de automóvel com mais de vinte anos entregasse seu veículo à reciclagem por 6 000 netcoins mediante retirada do mesmo de circulação, se não tivermos o aquecimento do mercado, teremos mudanças. Em suma, um crédito próximo de R$ 9.000,00 à quem entregar um carro com mais de 20 anos em netcoin em mercado á vista e estável. Se as montadoras vendessem um modelo em torno de R$ 22.500,00 ou 15 000 netcoins, quer dizer, o usuário retiraria um zero à vista na concessionária com complementação no mercado de dívida, já que no mercado automobilístico virtual, não se financiaria nem aplicariam juros, por conta da estabilidade.
Considerando um mercado saturado, retirarmos para reciclagem todo veículo com mais 20 anos, dando um crédito virtual para abater dívida de cartão crédito, descongestionar vias públicas, pagar consignados, justamente ao setor mais frágil socialmente, não é pouco. Ou oferecer aos hermanos crédito para gastarem em troca do carro velho, se não esquentar o mercado automobilístico, dará um alívio ao real, via internet das coisas, pela tão propalada competição monetária, talvez livre de trapaça.

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