Incertezas

A modernidade enfrenta a superpopulação e envelhecimento e cada vez mais nas cidades, restrições nos horários e administração de água potável. Além da crescente demanda, consideremos a contaminação e destruição das fontes e a maior contradição entre necessidade, consumo humano, agrícola e industrial. O efeito estufa nos remete a Arrhenius em 1896 que descobre CO2 na atmosfera e formula sua teoria do ‘efeito estufa’. Pelo acúmulo de CO2 atmosférico associado a outros gases como metano, por exemplo, muito comum no Ártico pelo permafrost, acabou criando o ‘efeito estufa’. Malthus e sua teoria sobre crescimento populacional, remete a degeneração ambiental. Corroborados pelo MIT e Clube de Roma, com seus informes sobre ‘Limites do Crescimento.’
Por conta da conscientização do grave momento, surgem questões que não apontam à solução, e sim, a longo processo de discussão. O papel do capital como grande culpado por tornar-se modelo ideológico predominante. Acusações no sentido de querer dominar o direito internacional, via ONU, buscando prevalência sobre recursos e países. O crédito de carbono criando o direito em contaminar, permitindo aos mais pobres sua venda, aprofundará o abismo entre ricos e pobres. Da parte religiosa, ressurge a questão do Dilúvio pela elevação marítima e outras manifestações apocalípticas. O grave problema governamental americano, via rejeição pelos congressistas locais, em ratificar leis de origem externa como o caso do protocolo de Kioto. O embate socialismo/capitalismo, abre questões sobre a dificuldade destes sistemas em controlar a pesca marítima desordenada, a agricultura dos agrotóxicos e transgênicos, o derrame de esgotos fluviais e a produção de lixo. Sem falar da extração de carbono e hidrocarbonetos, desmatamento, biodiversidade, e assim, conter eventos extremos.
A natureza ensina que uma superpopulação de peixes pela maior competição das necessidades diárias, acaba deixando de comer tomada pela apatia em massa, devido o stress da forte concorrência alimentar. Tornaremos esta lição um arquétipo que permitirá entender questões que nos afligem. Neste quadro, em 2100, a Nature avisa que o rendimento humano deverá cair em torno de 23%, aumentando a desigualdade, devendo melhorar a vida nos países mais frios, que ficam mais ricos e os pobres mais pobres. Por tudo isto, não perder a oportunidade com discussões ideológicas ambíguas, evitando a ideologia da sustentabilidade, nos permitirá com realismo e sem hipocrisia, alcançar as soluções que se fazem urgentes.

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