Memória, subconsciente e sentidos

Há quem defenda de forma empírica, a relação entre memória, subconsciente e os cinco sentidos, atuando sobre os seres vivos durante toda a sua vida envolvendo vigília e sono. Todos os eventos em que relacionamos com nosso entorno são registrados no subconsciente e, pela memória por mecanismos desconhecidos, agem sobre nós respondendo de que modo devemos interagir com a vida; verdade ou não, difícil assegurar, tratando-se de um caminho a ser trilhado.
Leonard Mlodinow, físico de formação, autor de Subliminar, um livro em que o autor tenta metodizar a forma como o subconsciente atua em nosso pensamento, nos informa que: “hoje as coisas são distintas, dispomos de novas tecnologias que revolucionarão o conhecimento no tocante ao cérebro que atua abaixo de nossa mente consciente, determinando uma verdadeira ciência do subconsciente”. Daí, conclui que “escolhemos o que queremos acreditar da mesma forma que escolhemos nossos amigos, cônjuges ou amores, não só pela percepção que temos deles, mas também, pela maneira como nos percebem”. Por fim, avalia que “diferente dos fenômenos físicos, os sucessos da vida podem obedecer uma outra teoria podendo depender em boa medida que teoria decidimos crer” ou “um dom da mente humana que estamos abertos a aceitar, algo que nos empurre a sobrevivência incluindo a felicidade”. Daí a relação entre memória, subconsciente e sentidos.
As sensações produzidas pelos sentidos em nosso subconsciente são registradas pela memória, com as positivas despertando sensações de bem estar conforto e segurança e o contrário com as negativas. Graças a memória, quando procuramos recordar a sensação inicial produzida, teremos a dependência, que decorre sempre do desconforto em relação a sensação primeira, decorrendo daí, sua interminável procura.
Esta ideia de dependência ou busca da recordação de sensação agradável pioneira, pode ser vista não só no uso de substâncias químicas como no trato ao dinheiro, consumo ou mesmo viagens que possamos fazer. A forma como lidamos com estas sensações elaboram os costumes e talvez sejam as responsáveis pelo grau de estabilidade mental que adquirimos.

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