Armas, negócios e política

Segundo o Instituto de Investigação da Paz de Estocolmo (SIPRI), a importação de armas das cem maiores empresas atingiu a bagatela 465.770 bilhões de dólares em 2011 contra 411 bilhões em 2010 ou aumento de 14%, e desde 2002, 60%. Como sabemos, a mais exsuberante indústria bélica mundial é a americana e com maior parcela do mercado. A lista das cinco maiores é a seguinte: Lockheed Martin (EE.UU), Boeing (EE.UU), BAE Systems (Reino Unido), General Dynamics (EE.UU), Raytheon (EE.UU); notemos que são americanas e inglesa, com lucro em 2011 de 13.424 bilhões de dólares, empregando neste ano apesar da redução, 289.000 empregados. Convenhamos tratar-se de uma indústria forte criando muitos empregos, lucros, e muitos factóides para seu crescimento e manutenção; resumindo, muito apreciada por boa parte dos humanos.
Há que se convir ainda que a questão do armamento e sua manutenção, constitui um negócio pensado por muitos com criação de empregos e produção. Atentemos ao fato que, como todo negócio, seus agentes procuram crescimento e mais lucros. Para obterem cada vez mais sucesso em sua empreitada, necessitam de propaganda, entendido aqui como conhecimento ao outro visando maior adequação entre oferta e procura. Decerto não o farão nos intervalos comerciais das TVs, nos jornais e etc.
A grande propaganda armamentista está na busca por segurança, no caso aqui, promover a insegurança tanto interna como externa ou tanto política como individual. Como exemplo, citamos o estímulo à violência via criminalidade, ou mesmo insegurança política explorando questões geopolíticas, e assim, promoverem maratonas armamentistas. Exemplo prático disso é o caso da América, continente formado por imigrantes. No caso norte americano, a presença de semitas com predomínio de judeus e islâmicos ao lado da comunidade italiana bastante numerosa, acabam interferindo nos sentimentos do governo eleito local em suas terras de origem. No caso latino, necessário se faz compreender a presença espanhola, e no Brasil, além dos italianos emigrados com força entre nós, a presença bastante evidente de semitas cristãos libaneses e sírios associados a judeus em menor número. Este mesclar imigrante acaba influenciando pela sua pujança econômica e numérica a política em seus países, tornando intermináveis os conflitos por lá. Assim que a banda parece gostar de tocar.

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