Independência, expectativa, serviços

Polônia e Alemanha
A economia parece predominar, ou tende, na disputa com o meio ambiente. Vêm da Polônia através de seu primeiro ministro, que o país apostará suas fichas no carvão e gás do xisto em detrimento de energias renováveis, visando buscar independência energética. Ao inaugurar uma feira da indústria mineradora Donald Tusk disse: “Nós queremos ter fontes de energias renováveis, mas são a hulha, o lignito e, no futuro, o gás de xisto, nossas principais fontes de energia. Este é o futuro do setor energético”; observou ter reservas para 150 anos. No caso do gás a maior parte vêm dos russos e buscarão a independência no xisto. O mesmo passo atrás parece vir da Alemanha com investimentos em carvão para compensar a perda da energia nuclear, com o detalhe de terem como objetivo 80% da produção energética em 2050 ser limpa. Só registro.
Kashagan
O campo de Kashagan no mar Cáspio é o mais caro do mundo pela bagatela de 37 bilhões de euros, e após dez anos, começa a produzir. Pelo analista da Gazprombank Energy, “muito dinheiro já foi investido. Para cobrirem despesas, as empresas terão que produzir sem investir muito e manter a produção atual de 400 mil barris/dia durante 10/12 anos pelo menos. Só a partir daí é que começará a dar lucro”. O detalhe disso tudo é que o consórcio Exxon Mobil, Shell, Total e Enni, prometeu mundos e fundos aos acionistas em lucros nas jazidas do Cazaquistão, mas tudo ficou nebuloso quando deparou com a realidade e precisou mais grana associado a atrasos nas obras, encrenca com governos e disputas internas. Essa história tem alguma semelhança por aqui; algo soa familiar.
Roaming
Para quem não conhece, existe uma taxa de utilização dos serviços de dados como email e navegação na net, que parece sob pressão na UE; a isto conhecemos como roaming. Segundo eles, há uma exorbitância nos custos de serviços de utilização das comunicações móveis de itinerância conhecida como roaming (deslocamentos). Segundo eles, as operadoras cobram mais que o triplo das tarifas normais das chamadas quando estas são originárias de outro país da UE; em nosso caso, entre os estados. Essa nota vem ilustrar a questão dos custos dos serviços em geral, aqui presente na querela do passe livre provocando CPI questionando valores do transporte. Há muito trabalho pela frente pela transparência no quesito prestação de serviços em geral.

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