Escolhas

Apesar do estímulo à reciclagem, nos chega que a produção de plásticos no mundo cresceu na Ásia puxada pelo consumo; aumento de 2,9% ou 288 milhões de toneladas. Segundo a Plastics Europe, o crescimento deverá ser de 3,7% entre 2012 e 2017, e só o crescimento do ano passado, representa 8 milhões de toneladas a mais. O detalhe é que demandas americana e européia estão abaixo da média, pela crise, esperando-se que a retomada em algum momento impactará forte tal estatística. Considerando que a Ásia responde por 45% da demanda mundial e os chineses 24%, Europa e América do Norte contribuem com 20% cada, a Plastics Europe nos diz que “A China produz mais plástico que todos os países da Europa juntos; deu pra sentir!
Com a forte crise, os europeus diminuíram sua produção em 3,8% em 2012, seguida de outra queda de 2% em 2011, estagnada em 2013 e retomando em 2014 em torno de 0,5% a mais. A avaliação que fazem da questão é que a competitividade do setor, isto é, o combate a China, dependerá do “acesso energético a custo aceitável” e a matérias-primas competitivas oriundas do Xisto. Pela proibição da produção do gás de xisto na Europa e crescente nos EEUU, este é o segredo do crescimento de 20% do etileno americano até 2017.
Como podemos ver, as coisas estão acontecendo e cada um apesar do seu cada um, busca solução à suas mazelas. Notemos que nossos irmãos do Norte apostam forte no Xisto, com todos senões ambientais; a vida como ela é e suas prioridades.

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