Theodore Magel

Theodore Magel, um dos envolvidos no Projeto Manhattan, recebeu em consequência altas doses de plutônio em 1944, mas só veio a falecer em 2008. Observado desde aquela época, notaram que não sofreu consequências habituais aos afetados por altos níveis de radiação. Notado este evento, Magel foi integrado no UPPU em inglês “You Pee Plutonium” (“Você urina plutônio”). O curioso é que Magel urinou plutônio por 64 anos, e quando manipulava certa quantidade deste elemento, picou-se com uma agulha, que rasgando sua luva, incrustrou (enfiou) pequena quantidade deste elemento em sua pele; ao invés de morrer, saiu incólume.
Estudos falam que o plutônio pode originar vários canceres ou morte da vítima em curto espaço de tempo. Como nada foi detectado em Magel, médicos militares americanos, seguiram avaliando os efeitos deste elemento em seu organismo através da urina. Do clube do UPPU, todos morreram com idade avançada e com menos problemas de saúde que seus congêneres não pertencentes a ele. Fizeram ainda um outra estimativa de que os associados do clube teriam recebido uma dose equivalente à realização entre 10 mil e 100mil radiografias de tórax, o que deveria ser letal.
Esta notícia publicada recentemente num blog, e posteriormente na imprensa européia, nos leva a pensar de forma enganosa, pois acabamos por achar que um grupo de privilegiados nada sofreu, ou teria condições especiais de sobrevivência a fortes doses de radiação. Na verdade, todos os pertencentes do clube UPPU, receberam baixas doses de radiação via plutônio quando comparadas a um ataque nuclear. Diante esta interpretação macabra, descobriram o que fazer com o excesso de plutônio remanescente ao ciclo completo do urânio, dando a ele uma outra função além de produzir a bomba. Quando o plutônio é empobrecido, pode ser usado na fabricação das já utilizadas bombas a base de plutônio empobrecido. Estas bombas, não são nucleares, mas tem alto poder destrutivo, e sua radiação, até agora, não mostrou efeitos clínicos. Digo até agora, porque não sabemos ao certo, a não ser que saibam, quais efeitos genéticos poderiam causar em gerações futuras. Concluímos dizendo que Bagdad é a cidade que mais sofreu ataque pelas bombas a base de plutônio empobrecido.

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