Clima e civilizações

Estudos científicos observam que num período de 80 anos a temperatura caiu quatro graus com consequente redução dos verões, e que Vickings que habitavam a Groelândia devido a esta variação, emigraram. Tal evento ocorreu há mais ou menos 1000 anos tendo sido observado pelos pesquisadores da Brown University nos EEUU, num estudo efetuado sobre a base da reconstrução climática e consequente brusca variação de temperatura. Conta a história que colonos Vickings chegaram a terra fria há 980 anos, se assentando na costa oeste cujas temperaturas à época eram similares as de hoje em dia. Após 120 anos, tais temperaturas começaram a cair constantemente causando importante queda na produção de grãos e cultivo de pastos. Segundo Yongsong Huang,”é interessante ver que a rápida mudança climática pode ter um impacto nas sociedades antigas, especialmente a luz das rápidas alterações que vemos hoje”.
Em um painel de 27 especialistas de seis países na Universidade de Oxford, cientistas traçaram um cenário ruim sobre a vida marinha dos oceanos. Submetidos ao aumento de temperatura pesca excessiva e crescente poluição, este conjunto pode ser considerado como aos que apresentam sintomas daquilo que chamam extinção em massa da vida. Tal ambiente decorre em consequência ao sobre-aquecimento e acidificação das águas marinhas. Decorrente as calamidades naturais, houveram na natureza cinco extinções em massa com desaparecimento de 50% das espécies existentes.
Uma coisa é certa, vivenciamos alterações no meio ambiente e por tabela na vida em geral, de forma muito intensa tornando impossível prever ou imaginar se essas alterações obedecerão a um padrão pré estabelecido. O certo, isto sim parece que deverá ocorrer, é a imprevisibilidade das alterações que consequente ao grau de intensidade, poderão provocar o que chamamos de extinção em massa de espécies animais, ou quem sabe, humanos inclusive.
Não deverá ser o fim da vida na terra porque seria plausível prever que o extinção total só deverá acontecer, se acontecer, de forma abrupta como por exemplo um confronto nuclear. Porém a continuar o fluxo de acontecimentos ou eventos devido à ação humana, poderíamos pensar e não parece absurdo, que modificações intensas deverão ocorrer. Dentro deste espectro, incluiríamos a extinção em massa que poderia inclusive favorecer a prevalência de determinadas espécies, que no momento atual, não encontram condições propícias para prevalecerem sobre outras.
Como vemos, estamos incluídos em um processo que parece fugir ao nosso controle, e cujas consequências, não temos a mínima noção de saber se serão positivas ou negativas em seu resultado final. A vida nos dirá; quem viver verá.

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