Buscando soluções

Em resposta a crise que atinge a indústria automobilística e o meio ambiente, surgiu a notícia de que a General Motors (GM) e Nissan competem em 2011 com seus respectivos modelos de baixo consumo de combustível, cujo rendimento vai de 90 a 160 kms por litro de gasolina.  No caso da GM será o Volt com um consumo de 90 km por litro, e no caso da Nissan, será o Leaf que poderá chegar até a 160km por litro de gasolina e zero de emissões de poluentes; ambos os modelos em linha com a Agência Federal de Proteção Ambiental (EPA) americana. Para se entender o salto tecnológico, o modelo atual mais econômico é o Prius da Toyota que consome 19,7km por litro, cujos preços cairão a medida que a tecnologia torna-se mais barata.
O mais interessante ainda é que a empresa japonesa SIM-Drive desenvolveu um carro elétrico com as quatro rodas motorizadas que pode percorrer 300 kms sem recarregar as baterias. O professor Hiroshi Shimizu espera lançar o veículo comercialmente em 2013, que segundo ele, a eficácia do veículo se deve a motorização das rodas e ao chassi bastante leve. A companhia em questão é resultado de um projeto conjunto de 34 empresas, entre as quais, Mitsubishi e Isuzu e a companhia de eletricidade japonesa TEPCO. Coube a SIM-Drive somente desenvolver o projeto e que deverá vendê-lo a uma montadora para sua comercialização. O que chama a atenção é que os japoneses parecem colocarem muitas fichas em projetos de carros elétricos como solução para o futuro, concorrendo com os carros de baixo consumo como o caso do Leaf da Nissan com autonomia de 160 kms.
A crise é muito grave, pois não se trata de uma crise somente econômica, mas associada a uma crise ambiental instalada, cujas respostas serão por certo com medidas de cunho governamental em todos os países, inclusive aqueles em desenvolvimento. A base de pesquisa tecnológica e leis de proteção ambiental devem ser respeitadas, e com regras viáveis, que atinjam a todos interessados. Espera-se que nos países em vias de desenvolvimento não se procurem atalhos para compensar o atraso tecnológico, e assim postergarem leis, partindo para os métodos tradicionais de pirataria ou ilegalidades outras; seria a oportunidade em buscar avanço tecnológico baseado em leis justas e que sejam cumpridas por todos. O Início está ai; a hora, é esta.

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