Pensamento

Consideraremos o pensamento e sua expressão como de condição energética com transmissão ou mesmo propagação organizada de energia, visando diferenciar da ideia de matéria. Expresso pelos nossos sentidos, decerto sua impregnação em nossa mente formando imagens mentais que ficam por vezes submersas, volta e meia aflorando ao consciente, e muitas vezes liberadas através dos sonhos e por vezes de formato distorcido.
Werner Heisemberg um dos idealizadores da teoria quântica e físico de formação, no livro “A Parte e a Totalidade’ nos dá uma dimensão interessante sobre visões mentais e sua aplicação em ideias de caráter religioso, colocando-se em linha com a ideia de pensamento: “A teoria quântica é um exemplo maravilhoso de que podemos ter entendido os fatos com toda a clareza e, apesar disso, ao mesmo tempo, sabemos que só podemos falar sobre eles através de imagens e metáforas. Sabemos que, na religião, se trata necessariamente de uma linguagem em imagens e metáforas que podem representar precisamente aquilo que se pretende dizer. E, neste ponto, o meu conceito de verdade tem ligação com aquilo que as religiões pretendem dizer. Penso que é possível pensar muito melhor todos estes nexos desde que se entendeu a teoria quântica.”
Decorrente a estes pontos de vista do pensamento e sua expressão mental por imagens, diríamos que a conscientização ou o ato de conscientizar, é na verdade, o tempo que se leva para entender, e como os elementos radioativos, o pensamento nada mais é do que radiação liberada pelo ‘EU’ sendo que a metáfora da meia vida é o tempo que se leva para dissipar a energia mental, ficando seus resquícios naquilo que consideraremos como memória.
Decorrente as ideias, suas metáforas e representações mentais, diríamos que a Felicidade é o bem estar mental sem que o abismo do mêdo a separe da incerteza. Na verdade, a felicidade ou o estado de felicidade, evitando-se aqui uma ideia roamântica, é a coisa justa ou consistente com aquilo que esteja em perfeito equilíbrio entre os opostos que qualificam determinado evento, cuja energia liberada ou imagens impregnadas em nossa mente nos causam bem estar.
Falando ou escrevendo sobre algo bastante subjetivo como é o pensamento, não poderíamos deixar de nos aportar com a realidade, ou aquilo que está ligado ou em linha aos fatos, lembrando passagem do físico austríaco Wolfgang Pauli que diz relacionando o mental e a realidade: “Contatei o Sr. Jung por causa de certos fenômenos neuróticos que se relacionam com o fato de ser mais fácil para mim obter sucesso acadêmico do que sucesso com mulheres. Uma vez que com o Sr. Jung sucedia exatamente o contrário, pareceu-me que era o homem mais indicado para me tratar medicamente.” Demonstrando a ideia acima que as relações mentais e a realidade, quanto mais próximas, menor o sofrimento chamado de distúrbio mental.  Fico aqui; as ideias acima são reminiscências do pensamento em geral, somente um exercício.

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Uma resposta para Pensamento

  1. Maudyte disse:

    Gostei dos traalhos. Parabéns !

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