Eficiência
De forma simplificada diremos que eficiência é a capacidade de produzir efeito e eficácia consiste em produzir o efeito que se espera.
Recentemente tivemos uma decisão do campeonato de futebol entre um time europeu e um brasileiro, tornando-se vencedor o brasileiro; decorrente a este fato, houveram vários comentários, sendo o mais relevante foi que a despesa que o clube europeu tinha na folha com apenas um jogador de seu time, o time brasileiro pagava todo o plantel. Em consequência, concluíram que o time brasileiro foi mais eficiente ao vencer a um custo benefício sem comparações.
Lógico que a análise acima é superficial sob o ponto de vista técnico, já que não se compara um campeonato entre clubes europeus e latino americanos. Relevante foi que esta comparação nos conduz ao que poderíamos chamar de ideal ou quase, pois com o menor custo obtém-se o melhor resultado.
Para atingir o objetivo acima várias condições deverão ser preenchidas, desde o ponto de vista humano, da técnica, do mercado consumidor e produtor em voga. Não parece ser uma coisa muito fácil, mas sim, um conjunto de fatores que levarão ao que chamaremos de ideal. Isto acima é dito porque chega a notícia que devido ao 11 de setembro e posteriormente a guerra declarada contra o terrorismo, os EEUU já gastaram a bagatela de um trilhão de dólares, cujos resultados em termos de “vencer a guerra” ou exterminar com o terrorismo são muito questionáveis.
Vários interesses entraram no problema e o agravaram, tornando-se fatores não imaginados no inicio da resposta americana ao ataque às torres gêmeas. Desde o interesse na constituição de empresas interessadas em ‘produzir segurança’, aí uma questão bastante grave, pois foi agravada de forma muito forte por George Bush criando uma paranoia coletiva. De fato todos tem interesse em produzirem serviços ao governo mais rico do mundo, e no caso de empresas privadas de segurança e sob o ponto de vista mercadológico, quanto pior melhor.
O Afeganistão ao sair das mãos dos talibãs tem tudo para tornar-se uma Colômbia para os americanos, portanto, há um interesse na guerra. Com a liberação do país houve um aumento da força dos chefes tribais, que visando maior lucro financeiro, aumentaram a produção de papoula com consequente produção de ópio e heroína muito requisitada na Europa e Ásia.
Trata-se de um negócio não muito fácil de combater, cujos integrantes tem sim um interesse na guerra, tanto pelo lado das empresas prestadoras de serviço quanto pelos narcotraficantes.
Sem falar do interesse petrolífero no Iraque, podemos pensar que sob o ponto de vista de negócio como outro qualquer ou mercadológico, as empresas prestadoras de serviço tem interesse na exploração do negócio e sua perpetuação. Decerto estamos diante de um filão que sempre será estimulado no intuito de se ganhar dinheiro, estendendo-se desde narcotráfico à mercado de armas e venda de segurança; um trilhão parece pouco.
Recentemente tivemos uma decisão do campeonato de futebol entre um time europeu e um brasileiro, tornando-se vencedor o brasileiro; decorrente a este fato, houveram vários comentários, sendo o mais relevante foi que a despesa que o clube europeu tinha na folha com apenas um jogador de seu time, o time brasileiro pagava todo o plantel. Em consequência, concluíram que o time brasileiro foi mais eficiente ao vencer a um custo benefício sem comparações.
Lógico que a análise acima é superficial sob o ponto de vista técnico, já que não se compara um campeonato entre clubes europeus e latino americanos. Relevante foi que esta comparação nos conduz ao que poderíamos chamar de ideal ou quase, pois com o menor custo obtém-se o melhor resultado.
Para atingir o objetivo acima várias condições deverão ser preenchidas, desde o ponto de vista humano, da técnica, do mercado consumidor e produtor em voga. Não parece ser uma coisa muito fácil, mas sim, um conjunto de fatores que levarão ao que chamaremos de ideal. Isto acima é dito porque chega a notícia que devido ao 11 de setembro e posteriormente a guerra declarada contra o terrorismo, os EEUU já gastaram a bagatela de um trilhão de dólares, cujos resultados em termos de “vencer a guerra” ou exterminar com o terrorismo são muito questionáveis.
Vários interesses entraram no problema e o agravaram, tornando-se fatores não imaginados no inicio da resposta americana ao ataque às torres gêmeas. Desde o interesse na constituição de empresas interessadas em ‘produzir segurança’, aí uma questão bastante grave, pois foi agravada de forma muito forte por George Bush criando uma paranoia coletiva. De fato todos tem interesse em produzirem serviços ao governo mais rico do mundo, e no caso de empresas privadas de segurança e sob o ponto de vista mercadológico, quanto pior melhor.
O Afeganistão ao sair das mãos dos talibãs tem tudo para tornar-se uma Colômbia para os americanos, portanto, há um interesse na guerra. Com a liberação do país houve um aumento da força dos chefes tribais, que visando maior lucro financeiro, aumentaram a produção de papoula com consequente produção de ópio e heroína muito requisitada na Europa e Ásia.
Trata-se de um negócio não muito fácil de combater, cujos integrantes tem sim um interesse na guerra, tanto pelo lado das empresas prestadoras de serviço quanto pelos narcotraficantes.
Sem falar do interesse petrolífero no Iraque, podemos pensar que sob o ponto de vista de negócio como outro qualquer ou mercadológico, as empresas prestadoras de serviço tem interesse na exploração do negócio e sua perpetuação. Decerto estamos diante de um filão que sempre será estimulado no intuito de se ganhar dinheiro, estendendo-se desde narcotráfico à mercado de armas e venda de segurança; um trilhão parece pouco.